II Sarau das Artes
Músicas prontas. Senhoras, senhores, garotinhas e garotinhos... Platéia preparada. (Será?) V.I.C.I.O. (nome provisório do projeto) em cena. Luz! Câmera? Microfone? Falhou... A letra não estava decorada. Mas, pelo menos, ouviram algumas coisas... Ou não? Vou postar, depois de miliano desse blog inativo, as letras das duas músicas que eu "cantei".
Letras: Agente Emicê Músicas: Dj Pimentel Participação especial: Ana Carolina Seixas.
A Luz
Os raios refletem a vida do cotidiano De um mundo insano, desumano ano a ano Enfrentando o dia-a-dia difícil Lidando com truque, trapaça, vício... Vários se põem em risco, por isso, acabam desistindo Persisto na idéia, não to me iludindo Vou seguindo meu caminho me livrando das pedras... Tropeça quem começa às pressas! Pressionados todos são, poucos usam seu escudo... Guerreiros que interpretam o conteúdo de tudo Pensam, falam, agem em prol do bem Só um em cada cem, sou mensageiro também Idéia de um "rebelde" procurando o Sol Diversão não é só carnaval e futebol Nuvens cinzas encobrem a beleza natural Num colméia brasileira se encontra muito sal Às vezes ignorado, às vezes idolatrado Pode até ser notado em vários quadros... O Ibope leva à tona e também nos leva à lona Somos desrespeitados e até discriminados... Mas vai chegar o dia em que isso vai se reverter Cê que tá no teto, um dia, do chão, irá me ver... Não me procure na entrada, eu to no fim do túnel Não sei se estável ou volúvel... Vesuviano instantâneo demorando alguns anos Energético, sarcástico, imantado ao urânio A Luz brilha por toda parte do mundo... Uma nova trilha surge a cada segundo...
[Refrão:] A Luz da Favela, A Luz da Cidade A Luz da Humildade brilhando em toda parte A Luz da Favela, A Luz da Cidade A Luz que ilumina em busca da verdade
Artificialmente te dão conselhos a seguir Cê tá no escuro, de joelhos, e não sabe pr'onde ir Não implore, não suplique, não desista, não duvide... Compre, venda, seja, vamos logo, se explique! Desça, faça, cresça, nasça, morra novamente... Saia da entrada, saída fecha de repente... Quer o quê? E por quê? Quanto? Quando? Onde? Ande, pare, morra, meu Deus, que dia é hoje? Perto, longe, não pense, busque, ache! Isso ou aquilo, rápido, foi de enfarte! Arte é a seleção natural! Impasse? Não! É ou não é, já foi, vacilão... Acende, ascende! O Sol nasce quadrado você que se prende! Entende, demente! Sinal divino estrelando um inconsciente! O Tic-Tac cronometra tantos raios Relâmpago marca o tempo dos ensaios Improvisando holofotes, flashes, platéia... Luminária da idéia tremendo solitária... Que estréia? Velha imaginária cobrindo um planeta inteiro... Lagrimas de ouro alagando seu conceito... Ilumina o escuro, escurece o iluminado Apaga o futuro, esquece do passado Ressurgindo do além, abrindo os olhos novamente Culpando não sei quem, como sempre, inutilmente...
[Refrão]
A Luz da Favela, A Luz da Cidade A Luz da Ignorância dizendo o que não sabe A Luz que Condena é A Luz da Liberdade Que Luz que ilumina tanta Insanidade?
Escureceu
As pessoas ao meu redor me parecem cínicas. Sempre! Ou sou eu que dou importância a características ínfimas?
Por que razão não seria eu o cínico? Nunca? Qual o limite entre o eu e o eu cívico?
[Refrão:] Busco na vida sossego Na vida busco sossego Paz sem voz não é paz, é medo.
Busco, mas não acho nada Dou atenção a cada palavra Mas não acho resposta nenhuma Objetos ou pessoa alguma me fará mudar de idéia Sem pensamento num momento de miséria Cê quer fazer parte de um pedaço da história Cê quer fazer arte com um pedaço da sua glória (que glória!) Meu pensamento se confunde com mares e luares Objetos e pessoas já não importam mais Estou em outros ares... Eu quero paz.
[Refrão]
A mídia busca o que lhe interessa... E eu busco o quê? O capitalismo me despreza... E a todos nós porquê? To farto de tanta tentativa frustrada To cansado de buscar estradas Minha vista se fecha (e não é por minha causa) To na corrida sempre (quero uma pausa) Não vou esperar o que tanto quero Não consigo e, então, me desespero... Por que é tão mais fácil quando vista de outro ponto? Por que é tão difícil quando eu me digo pronto? Estarei despreparado em todos os lugares Ímpares, pares, tantos, quais? Estou em outros ares... Eu quero paz.
[Refrão]
A corrida continua incessantemente na vida Você busca, busca e não encontra saída... A paz é a chegada e cê nem sabe começar Acha que tá certo e tudo vem atrapalhar Não pode desistir, mas cê tá levitando Caminhando na inércia, os cegos tão te levando Só percebe no final quando mais nada está vendo... Vem vindo vendo... E só mente vivendo... Não conhece mais ninguém ao seu redor Tudo é branco... Não enxerga o pior... A Natureza está calma, apesar de obscura Lembranças te salvam, te ajudam na procura Loucura de mentes a bares... Minha mente aqui jaz. Eu quero outros ares... Estarei em paz?
[Refrão - 3x]
Escrito por Agente Emicê às 16h49
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Velho jovem imaturo e responsável
Orkut é viciante. Se pá, muita coisa é viciante. Mas eu sou suspeito... Posso não responder porque sou insensato e sou definido como o Culpado. Suspeito e culpado. Há uma diferença ou + de 1. Mas há semelhanças... Coincidências sempre acontecem... Jan-Fev/2005
Eu dividi em alguns posts esse post... Infelizmente, o UOL não ajuda...
Escrito por Agente Emicê às 04h20
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Filho da Puta
Respire.
Não leia isto. A não ser que você tenha a capacidade de não julgar ninguém por nada. Tudo ou nada. Caso contrário, pare por aqui. Se estiver sem paciência, então, não leia isto. Se for só compaixão, carinho ou até curiosidade, peço, por obséquio: leia os posts anteriores. Fuce em outro lugar.., mas não leia isto. Se você consegue imaginar quem escreve por trás das palavras ignorantes ou complicadas; Se você ouve uma voz desconhecida e lhe dá um rosto, uma expressão, um corpo, um movimento, uma roupa, um jeito até de pensar; Se você vê um Homem e, inteiramente, trata-o como tal; Se você idealiza uma imagem transcendental e entorpecente; Se você me imagina agora, dizendo tudo isto de maneira tranqüila, com algumas tiradas de comicidade e consegue me enxergar dando passos largos com minhas pernas finas e calças sobrando em cima de calças... Um andar largado, sem jeito... Um olhar profundo, viajante e perdido... Uns exageros de vez em quando pra não perder o costume... Se você conseguir visualizar algo, peço, humildemente, não leia mais. Você já leu o suficiente. Pra que você precisa ler mais?
Agora, se você não confia em mim... Faça o que bem entender.
Eu gostaria de estar no campo agora... Só de me imaginar deitado numa rede confortável, balançando levemente, vendo aquela vista linda na qual você nem pensa em nada. Já sinto a brisa... Uma paisagem natural, sem construções e mais construções... (Só a palavra CONSTRUÇÃO já traz algo pesado e denso que destrói com a serenidade do lugar). Se agora, você visualizou prédios e mais tédio, peço, novamente, que não leia isto.
Se na hora de colocar um cd, você escolhe dentre os mesmos últimos que tem ouvido e, simplesmente o-d-e-i-a quando alguém pede pra trocá-lo ou pra ouvi-lo; Se você, numa segunda-feira, acorda e vai tomar rotina, se arrumar pra rotina, cumprimenta as mesmas rotinas de toda santa rotina, senta aonda tem que sentar, diz o que tem que dizer, pensa o que não pode falar e, finalmente, volta pra casa, dorme e amanhece a outra rotina..; Se a mesmice te acompanha.., não leia mais. Sério.
Se você diferencia cor, sexo, opção sexual; Se você compara o belo e o feio; o certo e o errado; o bem e o mal; o normal e o bizarro; Se você não respeita a minha religião; Se você acha que sabe qual é a minha religião, o que penso, o que acho ou deixo de achar, o que sinto, o que vejo, o que já vi e o que quero ver, o que fantasio...
Se quando você senta, você só senta; Se quando você ouve, você não escuta; Se quando você vê, você não enxerga; Se quando você pensa, você não raciocina; Se quando você é, você não está e vice-versa; Se quando você mente, você diz que sente; Se quando você lê, você acha que entende... Se você acha que entende, espertão, não perca mais seu tempo lendo isto.
Escrito por Agente Emicê às 04h16
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Se você peida e depois que sobe o cheiro, finge que não foi você; Se quando seu pau tá duro, cê fica desconfortável; Se quando sua mina tá fedendo e não percebeu, você prefere ficar quieto por vergonha ou medo; Se "sexo" e palavrão são chulos e vulgares demais pra se comentar ou gritar em público.., não leia a porra do texto.
Se você não sabe quem sou, foda-se. Eu também não sei quem é você.
Eu. Palavras. Eu e Palavras... Eu + Palavras. q Palavras? Sô + Eu. Eu + q Palavras? q +? Eu... + Q Palavras! Palavras + q 1... + Eu Sô + q Palavras. Só + Eu. +... Eu sô só Eu? E Palavras? E vc e Palavras? Palestra d letras...
Agora sim... Para os sobreviventes! Fortes sobreviventes! Curiosos ou obedientes sobreviventes..?! Leiam o texto e absorvam o que conseguirem...
Respire.
Escrito por Agente Emicê às 04h15
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Assim, vamos adiante...
Eu tento, tento, tento... E vejo que to cansado de muita coisa... MUITA coisa. Mas não faço merda nenhuma pra mudar... Stress interno (o que é pior). E externo, também, afinal, ninguém é de ferro. Conhecem o Cristovam Buarque, né? Eu já postei um discurso dele aqui, sobre a Amazônia (caso não tenha lido, procure no histórico aí, se tiver afim... É muito bom). Agora eu venho com um texto dele sobre educação, além duma crítica ao descaso do governo. Vocês o conhecem? Eu não, por isso não posso dizer que as palavras condizem com as atitudes, mas minha mãe acha ele meio louco, demente e que nunca fez nada pela educação... Vou procurar saber. É bom colocar textos de outros aqui... Eu me sinto um merda.
Sou Insensato Cristovam Buarque (Publicado na Folha de São Paulo no dia 18/01/2005)
"Talvez esta seja a maior prova de minha insensatez: não mudar o discurso antes, durante e depois do exercício do poder."
Escrito por Agente Emicê às 22h31
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ismo Às Avessas
"Você não é mais, nem menos que ninguém. Você é igual. Mas não é preciso TER mais ou menos para SER igual." Então, seja você mesmo. (Mas não seja sempre o mesmo) [não é direto ou indireto, é pra quem vestir a carapuça em qualquer situação] De LUTO. Bezerra da Silva. Descanse em paz. Este é um texto que eu escrevi há uns dias, aí... E, logo depois, assisti Efeito Borboleta. Muito louco o filme. Fiz uma ou outra mudança no texto depois do filme... Achei legal, dá uma olhada...
A Ressurreição
Mente. O espaço detalhadamente desenhado e extremamente denso, ermo, sombrio é agonizante e, ao mesmo tempo, tranqüilizante. Mesmo. Paradoxalmente é uma variável entre lugar amigável e desconfortável. Martírio. Como comparar um espaço só seu aos tantos recintos jogados já visitados nos quais você se perdeu? Mistério. Verdadeiros labirintos fechados que te fizeram observar, caminhar, refletir, chorar, lutar, relutar, resistir. Medo. Você pensa em desistir e se vê inundando em um mar de podridão. Manchado. Ratos coloridos e mascarados multiplicam-se, e te asfixiam. Mais. Você não distingue nada nem ninguém em meio a esta imunda escuridão, mas lembra que uns te maltratavam, outros temiam e fugiam, alguns se repugnavam e tinham os que, inertes, simplesmente, assistiam. Maldade. Solitário um otário gritava por socorro, enquanto tantas costas lhe eram dadas. Memória. Inútil imaginar que suas tantas vitórias realizadas fossem consagradas. Mérito. A reprodução seria numa desprezada linha num pedaço de papel encapado ou amassado. Merda. Misturado entre tantos excrementos pseudocômicos ou pseudodramáticos de um mundo modernizado e desvalorizado.
Mantém.
Valores demais traduzidos são menos valores para os poderosos. Manobra. Quebra-cabeça monstruoso mostrando, indiretamente, claro, atos perigosos. Mandar. Seu, meu; meu, nosso. Mongol. Esmagado por sussurros e vozes palpitando e palpitando e palpitando, não posso. Mostra. Ansiedade, desespero, agonia, aflição. Mudança. Mentindo o tempo inteiro, anomalia é atração. Mais. Não, não, não. Marasmo. Foi sugado completamente o ser inocente e, agora, inválido. Momento. Silenciado o espaço, passo e rebato, pálido. Mimado. Musicada a tragédia do infantil crente inconseqüente que desmente a origem de tanta ganância. Mentiras. Causa: ignorância; Conseqüência: ânsia.
Mergulha. Arrastando-me por entre detritos, sufocando minhas tentativas de liberdade, me acostumei como muitos que se arrastam ou arrastaram-se por aqui. Montagem. Força para remodelar a mente moderna para que mostre muito mais que meras desumanidades que eu vi. Maluco. Lúcido ou não, brotei do lixo e, sinto, me leve; a madrugada me leva. Maravilha. Comprimento a Lua, estrelas e borboletas; agradeço o espaço que a vida me reserva. Mastro. Minha mente, meu espaço, meu sangue, meu labirinto; não me perco mais. Mago. Controlo e descontrolo o que sinto. Menino. Paz.
Morri. E estou aqui para dizer o que não havia dito: a ressurreição mental é a única na qual eu, realmente, acredito. Meu, meu, meu.
Não são espasmos ou sarcasmo, egoísmo, egocentrismo, desentusiasmo, pessimismo, antipatriotismo ou aversão. Não. São memórias vivas, sentimentos conscientizados agora expostos nesta minha ressurreição.
Meu, meu, meu.
Escrito por Agente Emicê às 00h40
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É... Novidade...
Uma novidade. Um novo início. Cada um tem de tomar seu rumo uma hora na vida. Não "esperar alguém ligar o motor pra, aí sim, poder dar a partida" (valeu pelos comentários, Thá, Bruno R. [vou visitar seu blog, fica tranqüilo!], Paulinha [faz tempo que a gente não se fala, né?]... E Sô?! haha Que bom que nossas primeiras impressões de cada um foram opostas, mas tá perdoada!! haha). Se bem que eu sou muito assim, mas enfim... Mudanças são necessárias, tomara que eu consiga. Vou me adaptando de acordo com o que eu acho importante, ou de acordo com o que eu queira. E não de acordo com tantas imposições feitas repetidamente... Ah, saco. Mas mãe é mãe.
Não Vou Me Adaptar (Adaptação)
Não me importo se nas roupas eu cabia Eu nunca enchi alguma casa de alegria Os anos me esperaram enquanto eu durmia E quem eu queria bem não me queria
Será que eu escutei o que ninguém ouvia? Será que eu falei o que ninguém dizia? Eu não vou me adaptar, me adaptar
Eu não lembro mais da cara que eu tinha No espelho essa cara já não é minha Quando eu me toquei achei tão estranho A minha barba mudara de cor e tamanho
Será que eu escutei o que ninguém ouvia? Por isso que falei o que ninguém dizia! Eu não vou me adaptar, me adaptar...
Escrito por Agente Emicê às 00h51
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Por que que a gente é assim?
Feliz 2005. Felicidade... hahaha Ai, ai. Melancólico Irônico.
Tudo Passa.
A vida é passageira e eu me coloco numa posição de retaguarda, sempre esperando alguém ligar o motor pra, aí sim, poder dar a partida. Parto do princípio que há vários caminhos para se alcançar um objetivo, mas por que sempre escolho o caminho mais longo, árduo e famoso pelo seu grau de dificuldade? A gente sempre aprende com os erros. Mas por que sempre tenho de errar pra aprender? Não ouço ninguém, por mais que queira acreditar no contrário. Alertam-me quanto a dificuldade profissional, social, amorosa, além de muitas outras coisas, e, mesmo assim, "é ver pra crer". Sempre vai haver uma pedro no meio do meu caminho. Mesmo que não haja naturalmente, colocarei-a, até inconscientemente, mas farei questão de que ela esteja lá. Por que facilitar se temos meios fáceis de dificultar? Simples: não sei. Não há nexo nenhum em meus atos, em meus pensamentos... Por que, então, não páro de me questionar, sendo que isso durará até quando durar...? É complicado viver assim. Na verdade, não é complicado viver, mas ser assim é totalmente incompreensível. Sabe-se lá por que não dou um basta... Talvez porque seria fácil demais aceitar-me, ou faria anos passarem em segundos... A verdade é que é difícil demais aceitar-me. O fácil é questionar e continuar inerte. A vida é passageira, mas gostaria de ter uma passagem, pelo menos. Já tenho passaporte, só falta porte, enquanto vejo tudo e todos passarem. Alguns, simplesmente, passarem. Como eu, por enquanto, só passando...
Escrito por Agente Emicê às 23h52
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Não posso ser vendido separadamente.
Feliz todos os dias! O Brasil ainda não é justo com os brasileiros, mas é o presente que recebemos. Vamos abri-lo. A obesidade, segundo o IBGE, é um problema crescente. O presidente Lula contesta os dados. Então, nestas Festas evite desperdício. Nas estradas "cora devagar". E para você que tem motivos para achar o Natal triste, desencana! Será um dia especial no qual as pessoas vão comer, beber, abraçar e perdoar sem a necessidade de uma convenção que é o dia 25 de dezembro! É o que disse um homem cerda de 2 mil anos atrás. Faça no Natal o que você faz todo dia e todo dia o que você faz no Natal. Seja você mesmo sempre! Feliz todos os dias! (fonte: www.estudantes.com.br) Muita saúde, paz, amor e respeito hoje e sempre. E que o ano de 2005 seja um ano de muito sucesso para todos. Paz!
Faç_-me lápis!
O meu grito silencioso escrito retrata a inútil vivacidade tímida incorporada na minha pessoa. Timidez inútil que, tantas vezes, em vão, tentei aniquilá-la. Por que tê-la, se inútil? Por que fortemente, se não desenvolvida, estabelecida? Espontâneas mudanças nunca mudam a impregnada timidez. Repetidas marcas, mas não idênticas... Como diferentes ondas que quebram-se de maneira parecida no suposto mesmo lugar. Corrente parada. Estagnada no futuro passado. Estarrecido com o saber ignorante de tudo. Ou, quase tudo. Ou, quase nada, mas suficientemente o inútil imprescindível para a duvida constante. Para poder...? Para poder continuar mentalmente seguindo adiante com reconhecimento/recompensa nulos. Inútil saber. De que vale a tentativa filosófica para o seu ser que o lê? E para o meu ser? O ser eu? Foda-se quem seja. Mas não “foda-se” quem sou. O deitar não me repousa o caos mental multiplicado a cada segundo. O escrever não relaxa, pois conseqüências surgem a cada segundo. O dizer não vem facilmente, graças à... Timidez? É uma desculpa ignorantemente plausível. No fundo, sem base nenhuma, sei que meu “foda-se” interior é infinitamente menor ao exterior, mas somente um indivíduo, até hoje, valorizou-o. Como gostaria de verbalizar meu interior! Mas, infelizmente, a língua congela, o coração dispara e a mente, antes borbulhante, agora torna-se inerte. Há um lápis em minha mão que contém partes do meu racional e emocional... E, com vida própria, escreve... E escreve... E escreve sem o meu consentimento. Sem aquela vontade de escrever, por isso, fácil. Sem aquele olho no olho, aquele medo já conhecido. AH! Fácil vida com o objetivo conhecido, mas realizado, somente, nas mãos de outro(s). Fácil... Fácil... Faz-me! Mas que o resultado final seja, minimamente, interessante.
Escrito por Agente Emicê às 15h05
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Não pára!
O tempo não pára. Não pára, não.
Se parasse, meu pensamento continuaria ativo. E seria tudo no meio do nada.
De que adiantaria, sabichão?
PORRA DE BLOG. CABEI, NÃO SEI COMO, ALTERANDO O POST ANTERIOR (EU ≠ MIM) E FOI A ÚNICA PORRA DE LETRA QUE EU NÃO SALVEI NESSA BOSTA DE COMPUTADOR. DUVIDO QUE ALGUÉM TENHA SALVADO. PUTA QUE PARIU!
Concerto de Consertos (inutilmente útil)
Pego um lápis e um pedaço de papel
Olho pro céu.
Oro, mas pra juiz nenhum. Não sou certo réu.
Oro pelo seu sal coberto de mel
Oro pela sua cara escondida num véu
O grafite se borra como as palavras chiadas
num microfone velho de um comediante sem piadas.
Sem graça, o riso está gasto.
Um vasto conhecimento está cagado no pasto.
Não há mais nada a não ser um rastro
de um rato morto. Virou astro.
Foram jogados, pra porcos, os resquícios:
indícios engavetados desde o início.
Raciocínio sendo aniquilado de pouquinho em pouquinho.
Viciados em ditadura. Há! Tá facinho.
Um caminho estreito, escuro. Esquivo.
Sozinho, direito, com futuro, ou não, eu sobrevivo.
Guerreiros diferem-se de armas e armaduras:
Escudos a postos, lançando candidaturas (lindas criaturas)
Ele já fez, não faz. É capaz pra menos ou para mais?
Andamos. Para frente ou pra trás?
Não sabemos, pois bebês não alcançam o topo da estante.
Sempre tentam, buscam, choram até mais que antes,
mas uma hora cansa: temos um desistente.
Desisti de chamar pra que tantos tentem.
Em vão. Se não se sente bem, sente-se. Puxe uma cadeira.
De milhão, um vem. Aqui, acende sua leseira.
Assista daí, caso não queira comprometer-se
Não comprometa os outros, então, aprenda a aprender-se.
Arte pra mim é algo orgásmico.
Sílabas traduzindo um dicionário (não tem legenda pra otário)!
Enxergue o que quiser, o que puder. Interprete, se conseguir.
Só quem é sabe qual é, mas não é bem por aí...
Escrevo, digo, dechavo o máximo.
Percebo quando mastigo, em vão, pra um lunático...
É prático pra ele esperar tomando água de coco.
Ainda acha pouco. Irrita. Quer dar o troco.
Pro fundo do poço, moço. Demorou.
Um segundo que parece outro mundo. Já acabou.
Ouvidos se fecham. Olhos não piscam. Bocas se abrem.
Braços não mexem. Pernas, sentem-se. Dedos não fazem.
Dedos, vivos, só escrevem. Boca só fala, quando fala...
Ouvido, quando ativo, a respiração lhe falha.
Nada mais, nada menos. Toma vergonha na cara.
Prepara a vitalidade do entorpecido. Não pára!
Escrito por Agente Emicê às 14h36
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Direto do muundo... daa... Luuua...!(?)
Duma Lan House... Que que eu to fazendo aqui? Ficar sem internerd é foda. Mas foda-se. Deu umas (entende-se por várias) tretas, mas enfim. Era preu postar há uma semana... Não posso fazer nada. Beijos a todos. OBS: Por que eu num pareço comigo?
Revelacionamento
Numa aleatória noite escura A terra na água se mistura Tudo simples, por isso, lindo Um começo perfeito vindo... Tudo que é bom, pouco dura? Tortura latejante - Loucura Fins de semana, feriados indo Saindo, quase sempre, sorrindo
Olhares curiosos, dúvidas crescentes Tateando, infeliz, o consciente O tempo passa, junto com alegrias e tristezas O tempo sempre acompanha surpresas Descompromisso, talvez, inteligente Vivenciando tudo de maneira diferente Mais de dois baralhos na mesa Preocupa~çoes e despreocupações rodeadas de incertezas
Hum... Agora?! Já estava na hora! Demora, ignora Implora por fora...
Juntamente separados, separadamente juntos Convivendo paradoxais assuntos Estranho íntimo fazendo-se especial Íntimos estranhos, agora, um casal Um, dois transformando-se em muitos Uma parte na superfície, outras no fundo Mostrando comportamento irreal Hormônios confundidos pelo racional e emocional
Demora, ignora Implora por fora... Chegou a hora. Infelizmente... Agora.
Boa noite, você. Bom dia, eu.
Escrito por Agente Emicê às 20h46
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*Namorandando!
Nada a ver com brigado. Nem obrigado. Nada disso. Além disto:*hahaha, num preciso falar mais nada. ai, ai... É foda. Pra quem tem, primeiro, conhecimento da existência Segundo, paciência Terceiro, curiosidade Quarto, olhos, cérebro, dedos e... vontade! Saudades. Não sei do que ou de quem. Talvez de mim mesmo. E, sim, acordado até agora. Click Clack Bum!
Assassinando Inocentes ou Inocentando Assassinos? (vivendo...)
Eu fumo... Eu bebo... Sigo sem rumo e percebo. Feliz e infeliz Tudo o que sempre quis Foda-se o seu nariz! Meus pais? Já fizeram Agora só esperam pra eles, infelizmente... Eu sigo de acordo com a minha mente Lento? Lerdo? Preguiçoso? Sento! Certo? Presunçoso? Vagabundo ou imbecil? Desencanado ou febril? Trouxa ou paciente? Foda-se, felizmente! Fodam-se tudo e todos. Todos se fazendo de bobos. Não tem outra explicação. Enquanto você ainda está aí Eu estou láááá lá lá longe, então. Você já está aí? Foda-se aonde eu estou, irmão.
Não sou ator, não sou artista Dor? Sadista? Nem me vêm à cabeça isso! Você que vê além do que é normalmente visto! Chega disto! Ouviu? Chega! Farto de toda privação, sim, senhor! Voz leiga... Insana Infâmia Na cama ou onde quer que seja... Sabe como é? Então, seja! Omisso? Nem me vêm à cabeça isso! Mas é o que não preciso. Estou a ouvidos, mulher. Felicidade maquiada Infelicidade coberta Sabe como é? Alguma fantasiada Outra boquiaberta Inveja: almeja Sei lá, que seja!
Eu sou, mas não sou Foda-se, se me dá licença, me vou Abro com minha própria chave Suas mãos eu lavo, se você não sabe... Se salve antes que seja tarde! Foda-se, me esqueça, me vou Livre estou. (é ou não é?) Mente livre, livremente. Bem quisto? Nem me vêm à cabeça isso! Um "foda-se" inteligente Simples como um Complicado como milhões Como de jejum? Ligando pra opiniões? Sim, talvez não. Quem sabe, se pá! Fim: estar são. Quem sabe, sei lá!
Todos meus caminhos se bifurcam Várias placas me indicam tudo Todas falam, todas escutam Mas eu continuo cego, surdo e mudo A estrada tem pedregulhos Não há faixa de pedestres Estes, com seus mil orgulhos Continuam extra-terrestres Eu, Fumante, bebum, perdido, mas achado Alegre e triste, porém realizado Despreocupado (sem dúvida) Bem educado (mas esta, hoje e, talvez, amanha, é a última) Independente? Talvez, mas foda-se, então, sim. Lentamente ocioso. Errado? Sei lá, foda-se, sou assim. Metido nunca, aê, baixa a bola, sou humilde pra caralho, certo? (só porque não tem ninguém por perto... Mantenha-se ereto. {tic-tac ereto direto}) Vagabundagem = Imbecilidade Desencana. Doença: Realidade Demência Bobeira, fazer o que? Paciência! Egoísta? Nunca! Humildemente assim, só eu, filhodaputa Dúvidas infinitas Respostas indecisas Indefinidas, graças! Onipresente em nenhuma praça Sem graça, desgraça, traça a farsa Cannabis, Cigarro, Cachaça Drogado, sim, e careta Sabe como é? Então, seja! Ou esqueça, como quiser Treta? Desapareça. Não esqueço, o começo, o preço Mereço? EU desapareço (In)felizmente, (In)voluntariamente, mas vou. Mas sou.
Infinito fim II. Falar mais de mim? Depois.
Otário. Contrário.
I'm out. Default.
Problemas para comentar? Clique aqui: Oo...:: ¯dAGENTE¯ ::...oO®
Escrito por Agente Emicê às 08h07
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hahaha muito boa. Talvez não exatamente isso, mas obrigado, Hilda. E parabéns! haha
Muito boas as duas músicas. Sem palavras.
Minha Alma (A Paz Que Eu Não Quero) - O Rappa
"Paz sem voz não é paz, é medo!"
"As grades do condomínio são pra trazer proteção, Mas também trazem a dúvida se é você que tá nessa prisão!"
Me Deixa - O Rappa
"Eu ia explodir, eu ia explodir! Mas eles não vão ver os meus pedaços por aí..."
"Hoje eu desafio o mundo sem sair da minha casa Hoje eu sou um homem mais sincero e mais justo comigo"
"Os cães farejam o medo, logo, não vão me encontrar"
Escrito por Agente Emicê às 17h20
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Puta que o pariu...
Sem pensar. Como sempre... Puta que pariu.
Assassinos Inocentados... (liberdade?)
Dezoito anos vividos... Dezoito velozes anos... 18 preguiçosos anos que, de tão ociosos, tornaram-se rápidos demais pra relembrar a demorada contagem. Quem diria? DEZOITO! 10+oito, vagabundo... São DEZ. Mais oito... (Daqui a pouco 10 e nove, mas só daqui a pouco.) Desesperado, despreparado... Infantil adulto. Irresponsável ser e imaturo... PreguiçÓcioVagabundagImaturidadIgnorância
Com dezoito? E como dezoito, porra?! Como? Quando?
Eu mesmo... Eu mesmo... Feliz ou infelizmente...
Feliz ou infelizmente cidadão Feliz ou infelizmente agente Feliz e infeliz vivendo hoje Vivendo... Só mente vivendo. E, talvez, nem isso. Nem sei. Nem quero saber. Não sei há tempos, por que agora, com supostos 18, vou querer? Como agora, não sei.
Não sei se amigo, se fiel, se certo ou errado, se lento, se paciente, se invejoso ou invejado, se foda, se fodido, se fodendo... com certeza! Não sei nem quero saber e não tenho raiva, acho... Capitalista, socialista, marxista, niilista, deísta, ativista, pessimista, ...ista. Justiça. Nada disto. Nem daquilo. Talvez mais isto, talvez nem isto. Talvez nada, talvez tudo. Talvez, talvez... Mais ou menos... Outra vez.
Vivo? Morto?
Esquisito, diferente, estranho, bizarro, anormal, incomum? Normal... Ops, entendo. Mais um, menos x, igual a, ZERO. homo sapiens sapiens. homo? hétero? homogêneo.
Ignorância, novo! Inteligência, experiência! Inválido... pporquee?
Aparentemente... foda-se. (Ou não) Nem sei. Nem quero saber. Não sei há tempos, por que agora vou querer? Como sempre, não sei.
Como sempre... Curto e longo sempre. Interrogado hoje e sempre. Desconhecido e divulgado futuro impensado. Por quê? Meu Deus... Por que preso, longe e perto, contraditório sempre? Por que a parede? Por que a corda?
Infinito fim.
Por quê? Não sei. Nem quero saber. Não sei há tempos... Por quê? Porque não sei. Porque sim. Porque não. Talvez, quem sabe, se pá, provavelmente porque não sei. Não sei. Nada sei. Nem sei se sei se nada sei. - ? Sei lá, também. Pronto? Dezoito não-saberes. Sábios?
Gerúndio, particípio, infinitivo... Finalmente participando. Quem sabe, dezoito. Ou não. Só daqui a pouco.
Escrito por Agente Emicê às 11h43
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Que Luz?
To perdido... Literalmente.
Escureceu.
As pessoas ao meu redor me parecem cínicas Sempre! Ou sou eu que dou importância a características ínfimas?
Por que razão não seria eu o cínico? Nunca? Qual o limite entre o eu e o eu cívico?
Busco, mas não acho nada... Dou atenção a cada palavra Mas não acho resposta nenhuma Pensamento, sentimento, objeto ou pessoa alguma Me fará mudar de idéia Não sou pensamento neste momento de miséria Meu sentimento se confunde com mares e luares Objetos e pessoas não me importam mais Estou em outros ares Eu quero paz.
A mídia busca o que lhe interessa E eu busco o que? O capitalismo já me despreza E a todos nós, por quê? Já estou farto de podridão e tentativas frustradas Estou cansado de andar e buscar estradas nos mapas Minha vista fecha automaticamente (e não é por minha causa) Eu to na corrida sempre... Quero uma pausa! Não vou mais esperar sentado o que tanto quero Quero tanto, mas não consigo, por isso, me desespero Por que parece tão mais fácil quando vista de outro ponto? Por que parece tão mais difícil quando eu me digo pronto? Estarei despreparado a todo o tempo, em todos os lugares Ímpares, pares, tantos, quais? Estou em outros ares Eu quero paz.
A corrida continua incessantemente na vida Você busca, busca, busca, mas não encontra saída A paz é a chegada e você nem sabe por onde começar Parece que você está no caminho certo, mas sempre tem obstáculos pra atrapalhar Você não pode desistir no meio, mas tem uma sensação de estar levitando Está caminhando na inércia, cegos estão te levando... Só percebe no final quando mais nada está vendo Vivendo... E só mente vivendo... Você não conhece mais ninguém ao seu redor Tudo é branco, cego está. Não vê nem ao Sol! O mar está calmo! A lua tão bonita! E a noite escura. As lembranças te salvam, te ajudam na sua procura Loucura de mentes a bares Minha mente aqui jaz Eu quero outros ares... Estarei em paz?
Escrito por Agente Emicê às 13h53
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